4º Congresso Vertentes da Psicologia (CONVEP 2020)
    1. Mesa redonda Entre o descaso e o perene: morte, luto e quantificação na pandemia
    1. Oficinas Diários da pandemia em curta-metragem
    2. Oficinas Meditação Teatro e Vídeo: o trabalho das emoções em composições midiáticas
    1. Mesa redonda O enlace entre o modo de produção capitalista e o racismo
    1. Oficinas Pixel art Eu cantante: em busca da liberdade expressiva no ato de cantar
    2. Oficinas Escrita criativa: a voz no furacão A psicologia do Yoga Nidra: novos paradigmas para saúde mental
    1. Mesa redonda Ser Mulher: Existências marcadas pela violência
    1. Mesa redonda Atenção psicossocial e bem-viver dos povos originários
    1. Oficinas Consciência corporal por meio da dança Introdução ao Desenvolvimento Web
    2. Oficinas Marketing digital para iniciantes Gastronomia vegana
    1. Mesa redonda Intensificação da uberização do trabalho na pandemia e resistências possíveis
    1. Oficinas Libras: que língua é essa e como a comunidade surda tem vivenciado a pandemia?
    2. Oficinas Saboaria natural
    1. Mesa redonda Ensino remoto na pandemia: para quê e para quem?
    2. Sarau on-line Participar do sarau

Mesas redondas

Exposição em debate a respeito de um tema, realizada por mais de duas pessoas, com perspectivas diferentes a respeito do tema.

Entre o descaso e o perene: morte, luto e quantificação na pandemia

Elis Mina Seraya Borde

Doutora em Saúde Pública pela Universidad Nacional de Colombia (2019) e pesquisadora da Faculdade de Medicina da UFMG no Grupo de Pesquisa Observatório de Saúde Urbana (OSUBH).

Flávia Medeiros Santos

Professora Adjunta do Departamento de Antropologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Pesquisadora do Grupo de Estudos e Pesquisa em Antropologia do Direito e das Moralidades (GEPADIM) do Núcleo Fluminense de Estudos e Pesquisa (NUFEP/PPGA/UFF).

Lauro Miranda Demenech

Psicólogo e Mestre em Saúde Pública pela Universidade Federal do Rio Grande (FURG). Doutorando em Ciências da Saúde pela FURG.

Embora a contemporaneidade, com todo seu aparato tecnológico e científico, se pretenda distante de épocas anteriores, velhas e indigestas questões batem incessantemente à sua porta. A morte, ora como um número desenhado na tela da TV, ora como a perda de um ente querido, ameaça-nos em forma de pandemia. Como se não bastasse a existência de um novo vírus, ainda mais aterrador é toda a precariedade do sistema político e social que já havia antes dele. Ainda mais absurdo é saber que, em muitas das vezes, a morte tem classe, tem raça e tem cor e nos atira para um luto angustiante que oscila entre o negacionismo e o desespero. Dessa forma, o propósito da mesa constitui-se do debate acerca das problemáticas expostas, em síntese caracterizadas por um luto que responde não só às vidas humanas perdidas, mas ao possível fim de um velho modus operandi.

O enlace entre o modo de produção capitalista e o racismo

Bruna Stéfanni Soares de Araújo

Professora mestra efetiva e coordenadora do curso de Direito da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), campus Corrente. Doutoranda pelo Programa de Pós Graduação em Direito da Universidade de Brasília (UnB).

Jeane Saskya Campos Tavares

Professora adjunta da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) lotada no Centro de Ciências da Saúde (CCS/UFRB). Membro da Comissão de Direitos Humanos do Conselho Federal de Psicologia (CDH-CFP).

Polyana Aparecida Valente Vareto

Professora da Universidade do Estado de Minas Gerais. Pós-Doutorado pelo Centro de Pesquisas René Rachou Fiocruz/MG no campo da Saúde Coletiva. Doutorado em Ciência e Cultura na História pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Em 2020, a promessa de progresso estampada na bandeira brasileira entrou em colapso no corpo morto de João Pedro, de Miguel e de milhares de vidas pretas desassistidas por um Estado genocida. A democracia racial, embora se venda como verdadeira, nunca passou de um conceito simplista e falacioso, e tão violento quanto ela, está o neoliberalismo, o triunfo de um capitalismo que, em meio a uma pandemia global, mostra-se inequivocamente falho e cruel. A proposta da mesa, assim, visa destrinchar as dinâmicas racistas que constituem a sociedade brasileira e relacioná-las ao modo capitalista de produção. Afinal, sendo o próprio sistema do capital pautado na manutenção de desigualdades, é possível falar em antirracismo sem tocar nas nuances, ocultas ou não, da atuação do capitalismo sobre a organização social?

Ser Mulher: Existências marcadas pela violência

Alessandra Almeida

Graduada em Psicologia pela Universidade Salvador (UNIFACS). Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Estudos Interdisciplinares sobre Mulheres, Gênero e Feminismo (PPGNEIM/UFBA).

Cláudia Andréa Mayorga Borges

Professora do Departamento de Psicologia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Membro da Comissão de Direitos Humanos do Conselho Federal de Psicologia (2020-2022) e do Comitê Acadêmico da Cátedra AUGM de Direitos Humanos (2019-2022).

Jaqueline Gomes de Jesus

Professora de Psicologia do Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ). Membro da Associação Brasileira de Psicologia Social (ABRAPSO), da Associação Brasileira de Pesquisadores Negros (ABPN) e da Associação Brasileira de Psicologia Política (ABPP).

Historicamente, o corpo feminino foi apreendido como corpo público e as donas desses corpos cansados foram, então, sujeitadas a violências autorizadas por um domínio social machista e misógino. Épocas depois, em plena pandemia, a violência contra a mulher ganha novas caras e, mesmo que revestida por maquiagens modernas, está longe de ser erradicada. Jornada de trabalho múltipla e exaustiva, violência doméstica e assédios de todo tipo são apenas algumas das tantas violações que atravessam as vivências de inúmeras mulheres. Logo, a proposta da mesa se apresenta como o debate ao redor dessas pautas tão urgentes no atual cenário pandêmico e tão entrelaçadas às discussões ligadas a gênero, raça e classe.

Atenção psicossocial e bem-viver dos povos originários

Álvaro Pinto Palha Júnior

Graduado em Psicologia pela Universidade da Amazônia (UNAMA) e especializado em Saúde Indígena pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Eliene Rodrigues Putira Sacuena

Doutoranda em Antropologia na concentração Bioantropologia na linha de pesquisa em Genética Forense pelo Programa de Pós-Graduação em Antropologia da Universidade Federal do Pará (UFPA).

Fernando Pessoa de Albuquerque

Doutor em Saúde Coletiva pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). Consultor técnico do Ministério da Saúde desde 2013, desenvolvendo projetos e ações na Secretaria Especial de Saúde Indígena.

De acordo com as diretrizes estabelecidas pelo SUS, a garantia do acesso integral à saúde para os povos indígenas deve perpassar pelo reconhecimento da diversidade social, cultural, geográfica e política dos mesmos. Dessa forma, faz-se essencial respeitar o direito desses povos à sua cultura, medicina e saberes. Contudo, o que se observa é uma carência de estratégias efetivas que atendam às especificidades plurais das populações originárias, devido ao viés colonizador do modelo biomédico ocidental. A pandemia da COVID-19, nesse contexto, intensificou as constantes ameaças que já existiam aos direitos básicos dessa população, evidenciando as violências cotidianas contra os povos originários que impedem o seu "bem-viver".

Intensificação da uberização do trabalho na pandemia e resistências possíveis

Maria Elizabeth Antunes Lima

Graduada em Psicologia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), mestra em Administração pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), doutora em Sociologia do Trabalho pela Universidade de Paris IX (Paris-Dauphine) e possui pós-doutorado em Clínica da Atividade pelo Conservatoire National des Arts et Métiers - CNAM (Paris-França).

Virgínia Fontes

Historiadora, com mestrado pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e doutorado em Filosofia pela Université de Paris X, Nanterre. Atua na Pós-Graduação em História da UFF. Integra o Núcleo Interdisciplinar de Estudos e Pesquisas sobre Marx e o marxismo (NIEP-MARX).

Vivian Vicente de Almeida

Mestra e doutora em Economia pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e graduação em Ciências Econômicas pela UFF. Atualmente é Pesquisadora Assistente no Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e Professora Adjunta no Ibmec.

A popularização dos aplicativos de contratação de serviços no contexto de pandemia escancara a intensa informalização do trabalho no país. Nos últimos anos, o desemprego tem se apresentado de maneira ainda mais massacrante e, portanto, o trabalho informal oferecido por esses aplicativos é a única opção de muitos sujeitos em situação de desespero financeiro. Sem o vínculo empregatício, esses sujeitos estão submetidos às mais variadas formas de violência, como as péssimas condições de trabalho, renda incerta, grande número de horas trabalhadas e falta de garantias trabalhistas. Sendo assim, apesar de vendido como empreendedorismo, o trabalho informal se mostra como apenas mais uma das atualizações neoliberais para explorar o trabalhador, como uma nova expropriação do trabalho. Logo, é preciso refletir sobre quais seriam as possibilidades de resistência diante dessa realidade que se impõe e se atualiza a cada dia.

Ensino remoto na pandemia: para quê e para quem?

Carla Biancha Angelucci

Mestra e doutora em Economia pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e graduação em Ciências Econômicas pela UFF. Atualmente é Pesquisadora Assistente no Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e Professora Adjunta no Ibmec.

Celso Francisco Tondin

Professor adjunto do Departamento de Psicologia da Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ). Doutor em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS).

Rita de Cássia de Souza

Graduada em Psicologia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), mestrado em Educação pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e doutorado em Educação pela Universidade de São Paulo (USP).

A educação pública brasileira, sempre sob ameaça, nunca esteve tanto em risco. A implementação de uma modalidade de ensino baseada no acesso à internet durante a pandemia expõe tal perigo. Em um país onde muitos não têm acesso a internet ou a equipamentos eletrônicos e a grande maioria dos jovens depende do ensino público para formação, é preciso questionar o alcance e os objetivos dessa "educação" pretendida. Ademais, é importante pensar a vivência das(os) estudantes com diferença funcional que são usuários do ensino público nesse contexto. Implementar o Ensino Remoto diz de um projeto político que não apenas visa a exclusão dessas e desses jovens que possuem classe, cor, raça e origem, mas também precarização e sucateamento da qualidade de ensino. É necessário, portanto, reconhecer esse movimento que visa a mercantilização do ensino público para que possamos nos mobilizar e resistir enquanto classe profissional e política.

Oficinas

Atividade que, por permitir a expressão através da vivência artística, compõe a formação e pode servir como ferramenta para a atuação profissional. A duração prevista das oficinas é de no máximo duas horas.

Diários de pandemia em curta-metragem

Maria Fernanda Machado

Graduanda em Comunicação Social na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ).

A oficina de produção remota de audiovisual visa mostrar alternativas e trazer vivências sobre como produzir esse tipo conteúdo respeitando as orientações de isolamento devido a pandemia do covid 19. O ambiente artístico que é costumeiramente feito por aglomeração, toque e trocas teve que se adaptar. Durante o período de quarentena as produtoras precisam se arriscar e descobrir novas formas de continuar trabalhando. Neste período houveram produções excepcionais dentre eles podem citar, “Diário de um Confinado” da Globoplay e “Fake Live” da Fernanda Paes Leme. Esses exemplos mostram que é possível produzir isolados e auxiliados pela tecnologia. Ainda que não haja democracia tecnológica no Brasil, a produção remota é uma alternativa para quem não pode contar com o investimento de grandes produtoras. O audiovisual é uma ferramenta imprescindível de ensino, informação e denúncia. A arte não pode parar.

Materiais: um notebook e/ou aparelho móvel.

Meditação

Mariana Schamas

Cinesiologista, massoterapeuta, pós-graduada em Dor Crônica pelo Hospital Sírio-Libanês.

O que é meditação pra você?Durante essas duas horas vamos conversar e refletir sobre a mente, nossos pensamentos e sentimentos. Venha praticar e descobrir formas diferentes de meditar e deixar sua mente mais auto-sustentável! Quem medita não chilika!

Materiais: Roupas leves e confortáveis que permitam movimento, sentar e deitar. Almofadas, tapete ou colchonete. Caso haja dificuldades de sentar ou deitar no chão, escolha uma cadeira, poltrona para realizar as atividades sentado e eleja um local para deitar que seja confortável.

Teatro e Vídeo: o trabalho das emoções em composições midiáticas

Victor Pitombeira

Ator e escritor na cia. Bem-te-vi.

A oficina trabalha conceitos de improvisação teatral e memória afetiva criando um espaço de troca de experiências sobre arte, emoções e suas potências criativas. O objetivo final é a produção de um material audiovisual elaborado em processo colaborativo, os participantes serão convidados a interpretar e imprimir o relato de um colega compondo assim o conteúdo desse vídeo. A oficina é um espaço livre que discute a importância da expressão artística e seus atravessamentos.

Pixel Art

Tiago Dela-Sávia

Mestre em Engenharia de Produção pela UNIFEI. Professor de desenho na empresa Nova Sonora e artista na desenvolvedora de games STATERA.

Nesta oficina iremos aprender o básico da pixel art, estilo de arte surgido no início dos consoles de video games devido às restrições da época, mas que retornou como um estilo distinto de arte digital. Para isso usaremos um programa gratuito chamado piskel app, que pode ser usado diretamente no navegador (as artes desenvolvidas nele podem ser baixadas e convertidas em outros formatos). Por ser uma forma de arte distinta, a pixel art tem suas peculiaridades e técnicas particulares, e com um domínio básico destas é possível criar diversos desenhos e até animações, das mais simples às mais complexas, sem a necessidade de um PC mais robusto.

Materiais: computador com acesso a internet e um mouse, de preferência.

Eu cantante: em busca da liberdade expressiva no ato de cantar

Natália Vargas

É professora de canto. É co-criadora dos espetáculos cênicos musicais ‘Nasce a Cada dia’ e ‘Disfonia’. É integrante do grupo musical Canoa Elétrica e do grupo teatral AFO!TA Teatro.

Voz: A voz é uma ferramenta expressiva poderosa! Seja falada ou cantada, ela carrega em si as marcas da nossa experiência de vida. Ela traduz nossos valores e os nossos gostos e modula de acordo com nossa conduta, nosso comportamento e nosso papel social. Voz é movimento porque está diretamente ligada ao contínuo processo de elaboração da subjetividade. Nesse sentido, ela é dinâmica e pode ganhar ritmos, contornos, cores, entonações e brilhos diversos. Dar vazão ao universo vocal íntimo pode ser um instrumento de autoconhecimento, autocuidado, empoderamento e de. legitimação da nossa forma de existir. Para isso acontecer é fundamental despertar o corpo: principal mediador da nossa relação com o mundo e fonte da produção vocal.

A oficina: Nesse sentido, a oficina propõe práticas que despertam a conexão do corpo com a voz, que nem sempre se encontra fértil na correria e automatismos do nosso dia-a-dia. O trabalho de escuta e de presença nos conduz a sensibilização e exploração do corpo de maneira atenta, livre e criativa. A oficina se dá a partir da integração de diferentes abordagens sobre a voz. Exercícios de respiração, jogos musicais, teatrais e práticas da técnica vocal exercitam o despertar do corpo e a percepção sobre si. Traz para a consciência o modo como cada um de nós está ressoando nesses tempos difíceis. Põe em evidência as pessoalidades de cada voz. Por meio do movimento e da ação, o corpo é estimulado a encontrar o caminho da produção vocal: perceber as sensações físicas, despertar as “vozes do íntimo”. No exercício de acessar e valorizar as energias e velocidades próprias de cada corpo-voz, a oficina abre espaço para questionarmos aquilo que entendemos como “cantar bem”, afastando pouco a pouco os julgamentos, o medo e o mito de que a “voz bonita” pertence a um grupo restrito. Tal como a íris dos olhos e a impressão digital, a voz é exclusiva e singular. Sua beleza reside justamente em poder cantar e em poder tocar o outro de maneira única, mostrando suas potências e suas fragilidades. Pra além do conhecimento técnico vocal já instituído pelo ensino formal do canto, quais outros timbres, sons e vozes você se autoriza a fazer?

Materiais: roupa confortável para se movimentar; espaço para atividades corporais; aparelho de som para reprodução de áudio.

Escrita criativa: a voz no furacão

Núbia Vale Rodrigues

Graduanda em Psicologia pela Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ).

"Há momentos em que me sento aqui a escrever diante do furacão
Mesmo perdida, sei que muito chão e céu já foi percorrido
E sempre venta forte. Ainda bem."

Existe algo único sobre o potencial de contar uma história, essas que contamos uns aos outros e essas que ressoam dentro de nossas cabeças. No meio da turbulência do furacão, a escrita tem sido uma dança de escape e encontro com isso que aperta o peito e engasga a garganta. Essa oficina é um convite para que outros também entrem na dança. Nessas horas de encontro virtual, realizaremos algumas atividades para estimular o escrever criativo que incluirão exercícios de escrita livre, aprendizagens sobre a poesia falada, e diálogos sobre a produção de diários na pandemia. O objetivo não é tratar sobre técnicas ou edição de textos, mas sobre o potencial terapêutico, artístico e histórico que resguarda o debruçar-se sobre o papel e o compartilhar de histórias.

Materiais: papel e caneta, não há "requisitos".

A psicologia do Yoga Nidra: novos paradigmas para saúde mental

Gangadhara Saraswati

O Yoga Nidra é uma prática de relaxamento profundo utilizada para trabalhar propósitos em vários níveis: físico, emocional, mental e até mesmo espiritual. Foi estruturada por um grande mestre da atualidade, Swami Satyananda Saraswati. Sua atuação é ampla nos distúrbios psicossomáticos, nos cuidados paliativos e no encontro de significados mais profundos para o viver. Este ateliê se apresentará de uma forma teórico-prática. Discutiremos o conceito yogi de mente e as dimensões da consciência na prática de yoga nidra (relaxamento profundo) abordando seus níveis e suas expressões no processo de harmonia corpo-mente do Yoga. Como forma prática apresentaremos uma prática de Yoga Nidra (relaxamento profundo) onde a consciência transita entre estar acordado e estar dormindo possibilitando um contato com aspectos do subconsciente e do inconsciente.

Materiais: um tapete de Yoga ou um tecido para se deitar no solo, um travesseiro pequeno para cabeça uma manta (caso o dia esteja frio) e um local privativo onde o praticante não tenha interrupções.

Consciência corporal por meio da dança

Elora Drago

Graduada em Educação Física pela Universidade de Taubaté (UNITAU).

A aula propõe um espaço para a descoberta do seu próprio movimento, livre de julgamentos estéticos e formas pré definidas. Criando um espaço de segurança para expressões e experimentações corporais. Venha com uma roupa confortável que te permita se mover livremente. Faça a aula descalça ou de meia. Escolha um cantinho na sua casa que te de privacidade, se necessário ajuste os móveis para ter mais espaço (a aula pode ser feita em qualquer tamanho de espaço). Deixe por perto um cobertor ou tapete para colocar no chão, caso necessário, para deixar seu espaço mais confortável.

Introdução ao Desenvolvimento Web

Daniel Sarsi Orta

Graduando em Psicologia pela Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ).

A proposta é introduzir o participante em noções básicas de desenvolvimento web no front-end a partir da prática. Serão apresentadas a linguagem de marcação HTML e folhas de estilo com a construção de uma página da web. O participante terá recursos para criar páginas simples, estilizadas, com texto e imagens.

Materiais: o participante deverá instalar um editor de texto no computador que estiver utilizando; essa instalação será guiada pelo oficineiro.

Marketing digital para iniciantes

Juliana Passos

Graduanda em Psicologia pela Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ).

Essa oficina é voltada para quem quer começar a usar as redes sociais a favor de suas vendas! Nessa oficina você irá aprender a como começar e por onde começar! Inicialmente ensinarei você a usar as funções fundamentais do Canva, uma plataforma de designer gráfico que possui inúmeras possibilidades gratuitas. Irei te ensinar como dar vida para sua marca através da confecção de sua identidade visual e logomarca, como administrar seu instagram, como usar os stories, feed e outras ferramentas disponíveis nessa rede social, além de que darei algumas dicas de conteúdo e de como conquistar seguidores de maneira orgânica!

Materiais: somente uma conta no aplicativo canva.

Gastronomia vegana

Priscila Ferraz Baltar

Empreendedora Corporativa na StarHolding.

Breve explanação do conteúdo teórico sobre o veganismo em geral, e reflexão sobre a importância de consumir leites vegetais. A receita será um leite de amendoim, e as formas de utilização do resíduo com uma receitinha de "ricota".

Materiais: 300g de amendoim inteiro cru ou torrado, água, liquidificador, pano de prato limpo (ou pedaço de tecido voil), temperos a gosto (caso os participantes queiram acompanhar a receita na hora).

Libras: que língua é essa e como a comunidade surda tem vivenciado a pandemia?

Clara Lúcia Puertas de Miranda

Possui Graduação/Licenciatura Plena em Pedagogia e Especialização em Educação Inclusiva e Libras. Atualmente, é professora da educação básica e docente interlocutora de Libras (Língua Brasileira de Sinais) da Prefeitura Municipal de São José dos Campos/SP e voluntária na AADAS (Associação de Atenção ao Deficiente Auditivo e Surdo), também em São José dos Campos/SP.

A oficina: “Libras: que língua é essa e como a comunidade surda tem vivenciado a pandemia?” apresentará a Língua Brasileira de Sinais, seus aspectos linguísticos e características que despertam curiosidade, bem como situará as vivências atuais da comunidade surda, durante a pandemia de COVID-19. Essa experiência será desenvolvida por meio de um encontro online, com espaço para interação e troca de conhecimentos; exibição de reportagem, vídeos e imagens que ilustram variados contextos de uso da Libras; e material bibliográfico pesquisado, sobre a temática em questão. Perpassando pelos assuntos explorados, os participantes serão estimulados à prática da Libras – atividades de sinalização para iniciantes.

Materiais: participantes deverão possuir câmera (mantê-las abertas) e escolher um local iluminado, para que haja interação em Libras.

Saboaria natural

Marcella Lemos

O objetivo dessa oficina é entender um pouco sobre a saboaria natural. E para facilitar esse processo dividiremos em quatro partes: 1) história da Saboaria: resumo histórico de como o sabonete passou a fazer parte da nossa vida; 2) química da Saboaria: entendendo como o sabonete é formado quimicamente, quais são os ingredientes principais e qual é o material necessário; 3) a prática: receita ao vivo de sabonete natural feito com óleos de oliva e coco; 4) encerramento/dúvidas.

Materiais: é recomendado que os participantes tenham cadernos em mãos para anotar informações importantes.

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